O Blog:

Amigos e conterrâneos camocinenses, a gente só dar o que tem. Quando pensamos editar um blog, este foi o pensamento: doar todo nosso esforço na construção de uma ferramenta como esta para a divulgação pura e simples da nossa história. Contudo, essa é uma oportunidade de todos participarem desta empreitada, seja comentando, sugerindo, corrigindo e, efetivamente, participando dessa grande viagem que a História nos proporciona. Que nosso "POTE" nunca encha e sacie a todos!!!

terça-feira, 8 de outubro de 2013

SOBRE CAMOCIM... ERRATA E DESCULPAS!


 
Autores do livro: Professores Carlos Augusto, Francisco Rocha e Carlos Manuel. Fonte: blog miolo de pote.
O trabalho de escrever um livro só o sabe quem já fez um. São madrugadas varadas na pesquisa, outras tantas na escrita, idas e vindas na gráfica, correções, etc. No entanto, quase sempre escapam erros na edição final. Os leitores, é claro, não querem saber disso, afinal, quando adquirem um livro para ler, esperam um produto bem acabado e sem falhas. Escrever um livro de história, no entanto, é mais difícil ainda, pois mexe com o passado das pessoas, com as emoções, com as trajetórias de vida. Para exemplificar, quando mencionamos um nome ou a profissão de uma pessoa, muitas vezes como complemento de uma informação pode suscitar na família aquela sensação de que o mesmo não foi bem descrito. Ora, mas ele não era o objeto de pesquisa, diríamos. No entanto, muitos não entenderão. Desta forma, este texto deve ser compreendido como uma errata, com as devidas desculpas dos autores.
Começamos pela orelha da contracapa na identificação dos autores. Na minha descrição, a palavra "pela" está duplicada dificultando um pouco o entendimento. Na dedicatória, o nome do Seu Nilo veio grafado errado: "Silva" em vez de Oliveira. Confesso que na última hora me surgiu a dúvida, posto que o nome de seu pai é Pedro Teixeira de Oliveira. Como não tinha tempo hábil de consultar a família, recorri ao blog Portal da Esquerda (AQUI) num réquiem escrito pelo companheiro Joan Edesson de Oliveira, onde estava escrito Nilo Cordeiro da Silva. Erro imperdoável no qual embarcamos juntos. Felizmente todo Camocim sabe de quem se trata e não existe outro "Seu Nilo" comunista e a nossa dedicatória a ele imagino ser mais importante. Na página 71, há um erro de concordância verbal: onde se lê: "a primazia de ser narradas por um dos personagens que fazem uma viagem à próspera cidade litorânea de Camocim", leia-se:  "a primazia de serem narradas por um dos personagens que faz uma viagem à próspera cidade litorânea de Camocim". 
Por fim, os erros seguintes decorreram mais da transcrição de entrevistas. Na página 110, a grafia correta do Circo Freketi, após uma pesquisa básica é Circo Fekete. Já na página 135, a grafia correta do cantor romântico "Luisito James" é sem dúvida alguma Luizito Gemma. Com certeza o amigo leitor encontrará outros erros e, chegando até nós, retificaremos numa próxima oportunidade. Obrigado pela leitura atenta!

4 comentários:

  1. Ao mesmo tempo em que agradeço pelo texto "SOBRE CAMOCIM... ERRATA E DESCULPAS!" em nosso nome, estou aqui para assinar embaixo nessa retificação e pedido de desculpas, companheiro Carlos Augusto. E, continuando, talvez um "ENTER" errado, desformatou um parágrafo na página 91. Na página 111 há um artigo onde não deve: onde se lê "pelo o consumo", leia-se: "pelo consumo". E outro erro que vi mas perdi a página, vou ver se reencontro depois.

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  2. Caro historiador Carlos Augusto, nas suas pesquisas sobre o passado de Camocim, principalmente no que concerne a vida portuária, por gentileza me confirme se no início dos anos 50, a cidade de Camocim tinha transporte regular de passageiros com destino a cidade de Belém, através de barcos e navios?

    A resposta pode enviar para o e-mail: fsouza57@hotmail.com

    Grato!

    Francisco Souza

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    1. Caro Francisco,
      Havia sim esse transporte, principalmente de navios cargueiros que também transportavam pessoas.

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    2. Caro Francisco,
      Havia sim esse transporte, principalmente de navios cargueiros que também transportavam pessoas.

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