O Blog:

Amigos e conterrâneos camocinenses, a gente só dar o que tem. Quando pensamos editar um blog, este foi o pensamento: doar todo nosso esforço na construção de uma ferramenta como esta para a divulgação pura e simples da nossa história. Contudo, essa é uma oportunidade de todos participarem desta empreitada, seja comentando, sugerindo, corrigindo e, efetivamente, participando dessa grande viagem que a História nos proporciona. Que nosso "POTE" nunca encha e sacie a todos!!!

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

OS FERIADOS LITERÁRIOS EM CAMOCIM


Durante os feriadões do mês de outubro pensei em proporcionar algo diferente para os camocinenses. Daí, surgiu a ideia dos FERIADOS LITERÁRIOS, que aconteceram no Bar do Grijalba e na Mercearia da Nazaré. A ideia era aproveitar a clientela aumentada desses lugares nestes períodos e apresentar nossa produção acadêmica, principalmente para aqueles que não tiveram oportunidade de comparecer quando do lançamento destes livros. Por outro lado, isso, a meu ver, iria contribuir para a formação de um público leitor posteriormente, onde poderemos envolver a produção de outros colegas historiadores, poetas e escritores locais numa proposta de feira, sonho muito acalentado por nosso amigo livreiro Francisco Olivar (Vavá).  Nas chamadas de mídia sempre enfatizamos que, mais importante do que adquirir um livro, seria a oportunidade de trocarmos ideias para um futuro literário em nossa cidade, visto que, temos uma demanda reprimida grande nesta área. Fizemos o evento e, por já conhecermos nosso "eleitorado" não me decepcionei tanto. A venda dos livros pelo menos pagaram as nossas despesas de consumo nos referidos bares. Quase não houve novidade, a não ser a presença do Prof. Gilson Cordeiro do IFCE Camocim (I Feriado) e do empresário Patápio Pinheiro (II Feriado) com quem batemos um bom papo. Ademais, os amigos de sempre, frequentadores contumazes dos bares referidos que adquiriram ou não algum dos exemplares expostos. Senti a falta dos poetas e escritores locais, dos colegas historiadores (não fosse o amigo Francisco Rocha e a Edinalva Pinho, a classe tinha passado em branco) e dos meus amigos professores ou das suas entidades de representação. Terá sido os locais que afugentaram as pessoas? Nos próximos eventos vamos reavaliar! Sugestões para o blog!

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