O Blog:

Amigos e conterrâneos camocinenses, a gente só dar o que tem. Quando pensamos editar um blog, este foi o pensamento: doar todo nosso esforço na construção de uma ferramenta como esta para a divulgação pura e simples da nossa história. Contudo, essa é uma oportunidade de todos participarem desta empreitada, seja comentando, sugerindo, corrigindo e, efetivamente, participando dessa grande viagem que a História nos proporciona. Que nosso "POTE" nunca encha e sacie a todos!!!

domingo, 3 de janeiro de 2016

SPORT CLUB CAMOCINENSE - O PRÉDIO E OS HOMENS

Diretoria do Sport Club Camocinense. 1917. Camocim-CE. Fonte: Revista Fon Fon.
Várias postagens neste blog já trataram do Sport Club, principalmente sobre o incêndio de 1931 que o deixou em ruínas ou até mesmo da recepção ao aviador Pinto Martins em 1922. Sugerimos até sua recuperação e transformação num centro cultural. Mas, quem estava à frente dessa organização?
Primeiramente é bom esclarecer que o clube em questão estava registrado como uma associação, logicamente de cunho recreativo e cultural, muito comum nas décadas iniciais do século XX, onde homens se agremiavam de várias formas e objetivos, procurando distinção e forjando identidades. O Sport Club Camocinense, portanto, era uma associação que reunia, como se dizia então, a fina flor da elite local.
Nesta postagem apresentaremos a diretoria da entidade composta de 12 homens (as mulheres naquela época ainda não

Ruínas Sport Club. Camocim-CE. Arquivo do blog.
tinham lugar nestas entidades), publicada na famosa Revista Fon Fon, (foto acima) um periódico de variedades editada no Rio de Janeiro, de circulação nacional. Como se pode perceber, estes homens representavam clãs importantes daquele momento como os Veras, os Cavalcantes, os Navarros, os Ramos, os Pessoas, os Ferreira Gomes, dentre outros.
Os homens se foram, o prédio continua. Mesmo em ruína, denuncia um tempo e com o tempo também se esvai.

Fonte: Revista Fon Fon. 1917. ed.15, p.45.

3 comentários:

  1. Poderia-se restaura-lo e usa-lo como um Museu ou centro cultural , um local de muita história. como essa revista fon fon consegue essa informações, esses nomes desse pessoal? será se eles teem parentes aqui?

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  2. Caro Jonas,
    A Revista Fon Fon, no início do século XX era uma revista de circulação nacional e tinha agentes em Camocim que ajudavam no envio de fotos, matérias e logicamente, atuavam comercialmente para a revista na venda de assinaturas.

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  3. Caro Jonas,
    A Revista Fon Fon, no início do século XX era uma revista de circulação nacional e tinha agentes em Camocim que ajudavam no envio de fotos, matérias e logicamente, atuavam comercialmente para a revista na venda de assinaturas.

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