quarta-feira, 27 de março de 2013

CAMOCIM - RAIO X DA SUA IMPORTANCIA SÓCIO-ECONOMICA NO CEARÁ

Porto de Camocim. Arquivo do blog
Qual a importância de uma cidade? Esta pode ser uma pergunta que suscite reflexão para seus moradores, principalmente se compararmos a evolução desta cidade através dos tempos. O blog fez uma pesquisa nos indicadores que tratam dessa importância para que nós possamos nos situarmos quanto aos critérios que animam essa classificação. Desta forma, tomamos dados oficiais que o governo utiliza para orientar seus planejamentos. Já estivemos em melhor situação? É possível detectar os problemas e as potencialidades para um planejamento futuro? Por enquanto, apresentamos uma breve tabela feita por nós a partir destes dados e que possamos refletir um pouco sobre o caminho que estamos trilhando e o lugar que queremos chegar. Veja a tabela abaixo, tire suas conclusões e comente:

IMPORTÂNCIA SÓCIO-ECONÔMICA E HIERARQUIA URBANA - CAMOCIM - CEARÁ

CAMOCIM
Classificação/Nível/Ordem
Função básica/
Atividades
OBSERVAÇÕES
Final do Séc. XVIII
2º Nivel
Comercial/Industrial
Classificação feita em 3 níveis. Camocim nem era vila ainda.
Primeira metade do séc.XIX
3ª ordem
Portuária
Classificação feita em 3 ordens. Camocim ainda não era vila.
Primeira metade dos anos 1950
Litoral Oeste
Produtor de cera de carnaúba
Principais municipios produtores de cera de carnaúba por macrorregião.
Ano de 2007
Litoral Oeste
Produtor de cera de carnaúba
Principais municipios produtores de cera de carnaúba por macrorregião.
Hierarquia Urbana – Anos 1960
-
-
Classificação feita em 5 categorias. Camocim não aparece em nenhuma delas.
Hierarquia Urbana – Ano de 1979
Centros de 3º nível
-
Classificação feita em 3 níveis.
Hierarquia Urbana - 1993
Fraco
Tendendo a Centro de Zona (ou centro local)
Classificação feita nos níveis: Máximo, Muito Forte, Forte, Médio, Médio p/fraco, Fraco e Muito Fraco.
Proposta de Hierarquia Urbana num horizonte de 20 anos - 2002
3º nível: Centros regionais
-
Classificação feita em 4 níveis: Primeiro nível, 2º nível: Centros secundários, 3º nível: Centros regionais e 4º nível: Cidades de pequeno porte

Fonte: SUDEC, CAPES, Secretaria de Agricultura Irrigada, II PLAMEG, IBGE, In: LIMA, Cláudio Ferreira. A Construção do Ceará. Temas de História Econômica. Fortaleza: Instituto Albanisa Sarasate, 2008.




sexta-feira, 22 de março de 2013

ABECEDARIUS CAMOCINENSIS - JULIO CICERO MONTEIRO

Jornal "A Razão". Camocim-CE. Um dos jornais editados por JUCIMON

O biografado do post de hoje é JULIO CICERO MONTEIRO. Para os mais jovens ele era pai do Sr.Mário Monteiro que morava na Rua General Tibúrcio,em cuja casa tinha uma cacimba que fornecia água para os vizinhos das imediações em tempos de seca e avô do conhecidíssimo torneiro mecânico aposentado "PQ", cuja oficina na Rua Santos Dumont, até pouco tempo era batizada com o seu pseudônimo JUCIMON. Júlio Cícero Monteiro já foi destacado neste blog em matéria que se referia á criação do TIRO DE GUERRA INFANTIL, cuja instituição ele foi o fundador. Sua vinda para Camocim deveu-se por assumir um cargo na Estrada de Ferro de Sobral. Em Camocim deu prosseguimento à sua veia jornalística que lhe projetou no cenário cearense e se configurou num dos muitos laços familiares entre Camocim e Ipu. Abaixo transcrevemos uma pequena biografia feita pelo Prof. Melo- memorialista e historiador do Ipu e publicada em seu blog. 

Julio Cícero Monteiro

Julio Cícero Monteiro foi um dos grandes ipuenses nas letras, se destacando grandemente com a introdução da nova ortografia verificada na época.
Julio foi contemporâneo amicíssimo de Tomaz de Aquino Corrêa, numa época em que a juventude se dedicava com muito denodo a educação fazendo assim a sua intelectualidade torna-se evidente como bem viveu Julio Monteiro.
Editou nesse tempo os jornais: “O Paladino do Progresso”, junto a outros intelectuais Felix Porfírio de Sousa e Herculano José Rodrigues; também editou “O Ipuense” com seu primeiro número circulando em 24 de novembro de 1890, jornal impresso na Tipografia da “Ordem” em Sobral.
De acordo com o Almanaque Ipuense pág. 33, Júlio escreveu em todos os jornais da Região com o pseudônimo de JUCIMOM.
Foi contador depois de alguns anos passando da Estrada de Ferro de Sobral passando a residir em Camocim onde desenvolveu grandes atividades literárias. Adquiriu uma tipografia e editou o Jornal “A Razão” deixando transparecer o fulgor de sua pena. Acometido de uma moléstia que o prostou. Veio a falecer em Camocim junto aos seus familiares.

Fonte da biografiahttp://professorfranciscomello.blogspot.com.br/2011/11/julio-cicero-monteiro-julio-cicero.html.
Fonte da imagem: Arquivo do blog.

sexta-feira, 8 de março de 2013

ANIMAIS E LIXO - O ETERNO PROBLEMA DE CAMOCIM


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Fonte: camocimonline.
 Toda vez que vejo ou acompanho os problemas de Camocim pela imprensa, principalmente naquilo que diz respeito às posturas municipais, que organiza a vida cotidiana na urbe, fico me perguntando o porquê da dificuldade de se resolver estes problemas, notadamente o da circulação de animais  (vacas, porcos, jumentos, etc)nas ruas e o problema do lixo. Essa reflexão é interessante posto que secular. Onde estaria o abismo entre a identificação dos problemas e a atitude em resolvê-los? Ora, um Código de Posturas revela os problemas existentes na cidade, na medida em que dá à gestão pública a força em atacá-los. Coloquemos pois nossas lentes para o que ocorria em Camocim há 130 anos atrás e tiremos nossas conclusões. Na transcrição do documento respeitou-se a grafia da época.

CapítuloVI - Salubridade das ruas e aguadas

Art. 37º. È prohibido:

§ 1º a criação de porcos, dentro da Villa;
§ 2º deitar immundicias nos poços, lagoas ou aguadas de servidão publica.
§ 3º deitar immundicias e lixo em lugares não designados pela Camara.
§ 4º cortar ou queimar arvore a margem das aguadas.

O infractor dos § 1º, 2º e 3º do art. 37, será multado em 2000 reis, sendo a appreendidos os animaes de que trata o § 1º do mesmo art. E arrematados se seus donos não os reclamarem no prazo de 24 horas, pagando a nulta e despezas o do § 4º do mesmo art. Será multado em 10 000 reis, e o duplo na reincidência.

Fonte:   Arquivo Público do Estado do Ceará - APEC. Fundo: Câmaras Municipais (Correspondências Expedidas). Local: Camocim. Data: 1883-1921. Caixa 28.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O TURISMO EM CAMOCIM - OS ITALIANOS

Praia de Camocim. Fonte: baixaki.com.br

Muito se fala sobre o turismo em Camocim como redenção para o desenvolvimento da cidade. Entra neste debate as políticas de incentivo governamentais, a capacitação profissional e uma melhoria no trade turístico aliado e uma definição de um calendário de eventos. No entanto, poucos se debruçam sobre os efeitos dessa indústria que de alguma forma seduziu os investidores no final dos anos 1990, principalmente estrangeiros. Essa preocupação em parte foi tema da tese de doutorado do colega Porf. Dr. Lenilton Francisco de Assis do Curso de Geografia da UVA, já destacado neste blog. Para se ter uma ideia desse ponto crucial, transcrevemos abaixo, o que ele pontua a respeito dos investidores italianos e suas aquisições de terrenos em Camocim. Tirem vossas conclusões:  

Os empresários italianos passaram a frequentar Camocim como turistas, a partir de 1996. Logo, perceberam que o potencial natural e arquitetônico do município somado aos incentivos do Poder Público poderiam gerar bons negócios imobiliário-turísticos. Para tanto, a primeira ação dos empresários foi comprar grandes faixas de terra no litoral onde pudessem viabilizar seus
anseios e atrair novos investidores.
Em poucos anos, o grupo italiano já dispunha de aproximadamente 1.600ha de terras em Camocim (equivalente a 1,4% do território) grande parte sendo praias desertas e pouco habitadas que, até então, funcionavam como territórios de reserva, ainda sem ou com pouca valorização. Terrenos planos, com vistas privilegiadas para o mar e o rio Coreaú, foram adquiridos, a preços módicos, nas praias das Barreiras, Maceió, Caraúbas e do Farol, assim como nas proximidades da antiga área portuária e em outras partes do município – como no distrito industrial criado no Plano Diretor de Camocim.

Tabela 10: Terras adquiridas pelo Grupo Marilha

LOCALIZAÇÃO                                                                HECTARES
Porto - Cidade - Barreiras                                                          46
Praia do Farol                                                                            50
Praia das Caraúbas                                                                   100
Praia do Maceió                                                                      1000
Distrito Industrial                                                                     404

ÁREA TOTAL:                                                                        1600

Fonte: Adaptado do Grupo Marilha, 2001.



Fonte para a matéria: ASSIS, Lenilton Francisco. ENTRE O TURISMO E O IMOBILÍARIO: velhos e novos usos das segundas residências sob o enfoque da multiterritorialidade - Camocim/CE. Universidade de São Paulo, 2012, p.140.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

IDEIAS PARA A CULTURA DE CAMOCIM - PROGRAMA EDITORIAL CARLOS CARDEAL

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Carlos Cardeal - Foto: http://desvedandocardial.blogspot.com.br

No Brasil, apesar do franco desenvolvimento da indústria editorial, ainda temos uma grande defasagem com relação à formação de público leitor, assim como de uma distribuição mais equitativa de bibliotecas e livrarias entre as regiões. Programas editoriais ligados à esfera pública e iniciativa privada são iniciativas que poderiam resolver este problema. Por outro lado, são poucas as prefeituras e mesmo estados no Brasil que possuem programas editoriais com efetiva regularidade. A ideia é que a Prefeitura Municipal de Camocim viabilize um programa editorial permanente, aproveitando o potencial literário da população camocinense, representado por escritores, poetas e historiadores locais, ligados ou não à entidades literárias como ACCAL – Academia Camocinense de Ciências Artes e Letras ou do Grêmio Literário Prof. Ivan Pereira de Carvalho. Por outro lado, lei específica para este projeto já foi criada com a denominação de PROGRAMA EDITORIAL CARLOS CARDEAL1, bastando ser retomada, aperfeiçoada ou mesmo ampliada. Desta forma, anualmente, através de edital específico poderia se estabelecer a publicação de 02 ou 03 livros de autores camocinenses nas áreas de literatura (romance, conto, poesia) e história local, com premiação ou não para os vencedores. A própria publicação da obra já seria um prêmio, que seria distribuída e trabalhada na rede pública de ensino municipal. Recursos para projetos dessa natureza podem ser captados tanto em Leis e Editais específicos de incentivo do Governo do Estado e Governo Federal. No entanto, face aos custos de uma ação como essa, em relação a eventos realizados nas áreas da cultura e da educação, o próprio orçamento da Secretaria de Cultura ou mesmo da Educação, poderiam perfeitamente cobrir estes investimentos na criação de um pólo cultural na área. Sem dúvida, com a adoção deste projeto Camocim entraria para o circuito cultural do Estado. Projetos deste tipo, do nosso conhecimento no Ceará, só existem nas cidades de Fortaleza e Sobral. Isso criaria um polo literário e historiográfico que redundaria em visibilidade cultural e atrairia outros eventos como feiras, seminários, dentre outros.

1 Pensada por nós, foi proposto na Câmara Municipal de Camocim pelo vereador Kléber Trévia, aprovado por unanimidade e sancionado pelo prefeito anterior. Contudo, na dotação orçamentária para o referido projeto, o mesmo prefeito vetou a dotação proposta pelo vereador Kléber Trévia. A Câmara manteve o veto prefeitural.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

IDEIAS PARA A CULTURA DE CAMOCIM - MUSEU

Prédio do Sr. Artur Queirós - Foto:Arquivo do blog.

Escolhida a Secretária de Cultura de Camocim resta agora tratar de traçar uma política pública para a cultura e não simplesmente uma promotoria de eventos. Não queremos dizer que não seja importante a retomada de eventos, inclusive criados na então gestão da ex-prefeita Ana Maria Veras, agora guindada ao posto de gestora da cultura camocinense, mas, uma adoção de política pública e duradoura para aproveitamento do potencial cultural do povo camocinense, se faz necessária com urgência. Em post anterior falamos da criação do CFLC - Centro de Formação Livre de Camocim aproveitando um prédio em ruínas para tal (o que já seria uma política de preservação patrimonial), agora  nos detemos sobre o antigo prédio do Sr. Artur Queirós e seu acervo compulsado ao longo da vida. Uma política de preservação poderia tombar o prédio o patrimônio histórico do município, assim como o grande acervo deixado por nosso maior guardião da memória e da História de Camocim. Há incentivos federais para desenvolvimentos de projetos em cidades pequenas para fundação de museus e cinemas. Portanto, o Prédio do Sr. Artur Queirós poderia se tornar um Museu, um memorial em seu nome, uma sala de cinema nos altos, enfim, promover uma revitalização do espaço referido. Com certeza, onde estiver ele agradeceria a iniciativa. Fica a dica! 
Segue abaixo a descrição do prédio na forma como foi adquirido:

INVENTÁRIOS – 1971-1973. 2º. Cartório. CAIXA 1.
Processo Nº: 1145/72. Fl: 33
“Um PRÉDIO assobadrado, constituídos de pedras, tijolo e cimento e cal, coberto de telhas, sistema Marselha, com tres portas de frente para o Nascente e tres ditas pelo Poente, à Rua da Praia e Dr. Privat, antiga Estação, edificado em terreno próprio medindo seis metros e trinta e cinco centímetros de frente para cada Rua; e um TERRENO contíguo, murado, pelo lado do Norte, com trinta palmas de frente, próprio, para as Ruas da Praia e Estação, hoje Dr. Privat, tendo nesta cidade, confinando pelo lado Sul, com um prédio de J. Adonias & Cia, hoje pertencente a José Terceiro Fontenele, e pelo lado Norte, com um terreno dos herdeiros de Tobias Navarro Leitão; os quais imóveis ora vendidos medem de extensão pelos lados, quarenta metros e cincoenta centímetros, devidamente registrados.

NOME DO ADQUIRENTE:
Fernando Cela, brasileiro, casado, bancário, residente nesta cidade.
NOMES DOS TRANSMITENTES:
O Banco do Brasil S/A com sede no Rio de Janeiro, por sua Agencia nesta cidade de Camocim.
TÍTULO:
Compra e Venda
FORMA DO TÍTULO:
Escritura pública nas Notas do 1° Cartório desta cidade, em data de 19 de dezembro de 1934.
VALOR DO CONTRATO:
– Cr$ 18.000,00 (dezoito mil cruzeiros).
CONDIÇÕES DO CONTRATO:
– Não houve.

Fonte: Fórum Dr. Alcimor Aguiar. Camocim-CE.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

IDEIAS PARA A CULTURA DE CAMOCIM - CASA DE CULTURA

Antigo prédio da Companhia de Força e Luz de Camocim. Foto: Antonio  Carlos P. dos Santos

Nas primeiras décadas do século passado era desse prédio (foto acima) que se gerava a iluminação pública da cidade. Fruto da iniciativa da Família Cela oriunda de Sobral, os motores a diesel funcionavam até as dez horas da noite, quando a escuridão voltava a reinar. Abandonada desde que a eletricidade de Paulo Afonso chegou à Camocim (1969) a velha "Usina" como era conhecida por todos da época, nunca mais iluminou nada. Uma mancha de óleo na calçada por muito tempo lembrou o que fora antes. A sigla da empresa encimada no frontão do prédio pode ainda provocar a curiosidade do que significa as letras CFLC. Sacio esta procura: Companhia de Força e Luz de Camocim. Como o tempo passou e ninguém ousou dar um outro destino ao velho prédio, sugiro que a velha "Usina" seja transformada numa fábrica de talentos para os jovens camocinenses. O poder público poderia adquirir o prédio e instalar um CFLC-Centro de Formação Livre de Camocim, para aproveitarmos a sigla. Seria uma espécie de Casa de Cultura onde se pudesse oferecer oportunidades diversas de formação para a nossa juventude. Fica a dica!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A FAMÍLIA MOREL DE CAMOCIM

Diploma da Irmandade da Terra Santa
A Família Morel em Camocim sempre foi uma referência católica. Desde as primeiras décadas do século XX que os integrantes desta família participaram das principais instituições religiosas e educacionais da cidade, como o Prof. Pedro Morel. Acode-me agora uma cena das Irmãs Morel, com dona Raimundinha à frente chegando juntas à Igreja Matriz, filhas de Maria que eram a colaborar no rito da missa. Anteriormente, os homens dessa família sempre tiveram seus nomes ligados à Igreja Católica de Camocim, participando de suas entidades ou doando seus bens para as obras sociais da igreja. Todos sabem que o Instituto São José hoje não seria o que era sem a pronta determinação dessa família em fazer suas doações iniciais e fundamentais. Mesmo agora, soube-se que um dos últimos integrantes dessa família deixou em testamento vultosa soma para ser empregada em obras na referida escola. Não á toa, a Praça da Matriz tem o nome do patriarca da família Sr. José Severiano Morel que, pelo seu fervor católico chegou a ser integrante da Irmandade da Terra Santa de Jerusalém conforme atesta o diploma acima, outorgado em 18 de outubro de 1921 pelo representante do Sumo Pontífice no Brasil. A Irmandade da Terra Santa é o órgão oficial instituído pela Igreja, responsável pela manutenção e divulgação dos chamados Lugares Santos. Voltando às Irmãs Morel elas eram a cara dos eventos religiosos católicos em Camocim estando presentes à todos, constituindo por assim dizer uma marca católica em nossa cidade. Foram morrendo e a última delas foi levada por uma parente para morar do Rio Grande do Norte. Camocim, portanto, não tem mais essa referência secular baseada na dedicação religiosa como foram os integrantes da Família Morel. Fica o registro!

Obs: Diploma cedido gentilmente pelo Prof. Paulo José.