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Amigos e conterrâneos camocinenses, a gente só dar o que tem. Quando pensamos editar um blog, este foi o pensamento: doar todo nosso esforço na construção de uma ferramenta como esta para a divulgação pura e simples da nossa história. Contudo, essa é uma oportunidade de todos participarem desta empreitada, seja comentando, sugerindo, corrigindo e, efetivamente, participando dessa grande viagem que a História nos proporciona. Que nosso "POTE" nunca encha e sacie a todos!!!

quarta-feira, 20 de abril de 2016

ABRIL PINTO MARTINS XI - A CHEGADA EM TERRAS BRASILEIRAS

Porto de Belém. 1922. População esperando o "Sampaio Correia II.
Fonte:https://www.levyleiloeiro.com.br/peca.asp?ID=113240&ctd=55&tot=125&tipo=54
Passado o tempo necessário em Trinidad e Tobago para os reparos no Sampaio Correia II, finalmente em 21 de novembro de 1922 a viagem foi retomada com destino à fronteira brasileira. No percurso, Georgetown  na Guiana Inglesa, dali para Paramaribo, Guiana Holandesa, Caiena , Guiana Francesa e, finalmente em  1º de Dezembro, pousam no Brasil, Estado do Pará, no Rio Cunani, ao norte da foz do Rio Amazonas
Na descrição da Revista da Semana, o cronista registrou:
Novos trinta dias decorreram, até que elles, reparando o grande avião dannificado, pudessem attingir as escalas prefixadas, Georgetown, Paramaribo e Cayenne, capital das Guyannas. O território brasileiro estava a dois passos, apenas à distancia de um vôo. Depois de duas amaragens forçadas. dormindo uma noite no rio Canani, que corta as Guyannas Brasileiras, Hinton e Martins attingiram afinal a "Terra do Ouro e da Esmeralda", no pequeno ancoradouro dos pescadores da Ilha de Maracá". (Revista da Semana, RJ, nº 26, p.29, 1923).
Como aconteceu por onde passaram, a multidão de populares acorria aos portos para recepcionar os aviadores. Em Belém não foi diferente, conforme nos mostra a panorâmica da fotografia acima.

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