O Blog:

Amigos e conterrâneos camocinenses, a gente só dar o que tem. Quando pensamos editar um blog, este foi o pensamento: doar todo nosso esforço na construção de uma ferramenta como esta para a divulgação pura e simples da nossa história. Contudo, essa é uma oportunidade de todos participarem desta empreitada, seja comentando, sugerindo, corrigindo e, efetivamente, participando dessa grande viagem que a História nos proporciona. Que nosso "POTE" nunca encha e sacie a todos!!!

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A HISTÓRIA DO POTE

Este post é o contrário do anterior. Sugiro um texto e os internautas deverão me enviar uma imagem. A melhor imagem, assim como o melhor texto para o post "o Pote da História", serão presenteados com um exemplar do livro de nossa autoria "A CASA DO POVO - História do Legislativo camocinense".

Muito já se tem escrito sobre a etimologia da palavra "Camocim". Sem desmerecer a versão de José de Alencar e outros autores, já tive a oportunidade de escrever no "O Literário", que prefiro a mais simples, isto é, àquela que vem do nosso tupi-guarani, evidenciada por Debret em sua "Viagem pitoresca ao Brasil". Para o artista francês, que representou em belas pranchas os "potes" que os indígenas usavam como urnas funerárias, eram denominadas "camucis" . Confira a citação abaixo:
"No caso da morte de um chefe de família, quebravam-lhe os ossos e o depositavam de cócoras nestas urnas para depois enterrá-lo aos pés de alguma grande árvore da aldeia ou no centro da casa. Já os Puri enrolavam o defunto com faixas depois de quebrar-lhe alguns ossos principais e, semelhantemente aos Coroado, depositavam arcos, flechas e demais objetos do morto em sua sepultura. (A Etnohistória como arcabouço contextual para as pesquisas arqueológicas na Zona da Mata Mineira. Ana Paula de Paula Loures de Oliveira)

Desta foma, os "Camucis" eram os verdadeiros "potes de enterrar defunto".

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