O Blog:

Amigos e conterrâneos camocinenses, a gente só dar o que tem. Quando pensamos editar um blog, este foi o pensamento: doar todo nosso esforço na construção de uma ferramenta como esta para a divulgação pura e simples da nossa história. Contudo, essa é uma oportunidade de todos participarem desta empreitada, seja comentando, sugerindo, corrigindo e, efetivamente, participando dessa grande viagem que a História nos proporciona. Que nosso "POTE" nunca encha e sacie a todos!!!

sábado, 24 de setembro de 2011

SC 2 0 - OS NAVIOS COM O NOME DE CAMOCIM - PARTE 2

FOTO: SDM. Coleção Edson Lucas
Continuando com a série, trazemos mais um navio com o nome de nossa cidade. O primeiro foi como vimos, uma canhoneira. O segundo também, dentro do que  Marinha convenionou chamar de "Navios Mineiros". Vejamos a descrição completa abaixo: 


1822             -                NAVIOS DE GUERRA BRASILEIROS            -               Hoje

NM/Cv Camocim - C 3
Classe Carioca



D a t a s

Batimento de Quilha: 11 de dezembro de 1937
Lançamento: 28 de outubro de 1939
Incorporação: 7 de junho de 1940
Baixa: ?

C a r a c t e r í s t i c a s

Deslocamento: 550 ton (padrão).
Dimensões: 57 m de comprimento, 7.80 m de boca e 2.50 m de calado.
Propulsão: 2 caldeiras e 2 maquinas alternativas gerando 1.300 hp.
Combustível: 85 toneladas.
Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 15 nós.
Raio de Ação: 2.500 milhas náuticas.
Armamento: 1 canhão de 4 pol. (102 mm/28), 2 metralhadoras Oerlikon Mk 10 de 20 mm/70 em reparos singelos, 44 minas.
Sensores: ?
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 70 homens, sendo 5 oficiais e 65 praças.


H i s t ó r i c o

O Navio Mineiro Camocim - C 3, foi o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil, em homenagem ao rio e a cidade homônimos do Ceará. Foi construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Teve sua quilha batida em 11 de dezembro de 1937, foi lançada ao mar em 28 de outubro de 1939 e foi incorporada em 7 de junho de 1940. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Corveta Américo Jacques Mascarenhas da Silveira.

1940

Foi incorporada a Flotilha de Navios Mineiros com sede na Ilha de Mocanguê Grande, comandada pelo então Contra-Almirante Gustavo Goulart.


1949

Em 13 de dezembro, de 1949, foi desincorporado, retornado a atividade como corveta pelo Aviso n.º 2447.

 R e l a ç ã o    d e    C o m a n d a n t e s

Comandante
Período
CC Américo Jacques Mascarenhas da Silveira
07/06/1940 a __/__/194_
CC Henrique Alberto Carlos Júnior
__/__/194_ a __/__/194_
CC Oswaldo de Alvarenga Gáudio
__/__/194_ a __/__/194_
CC Augusto Hamann Rademaker Grünewald
__/__/194_ a __/__/194_
CC Osmar Almeida de A. Rodrigues
__/01/194_ a __/__/194_
1º Ten. Armando Moraes e Mello Filho
__/__/195_ a __/__/195_


B i b l i o g r a f i a

- Mendonça, Mário F. e Vasconcelos, Alberto. Repositório de Nomes dos Navios da Esquadra Brasileira. 3ª edição. Rio de Janeiro. SDGM. 1959. p.61-62.

- Almte.Saldanha da Gama, Artur Oscar. A Marinha do Brasil na Segunda Guerra
Mundial
. Rio de Janeiro, ed. Capemi.

- Mendonça, José R. A Marinha Brasileira de 1940-2000. Rio de Janeiro. José Ribeiro de Mendonça, 2001.






Nenhum comentário:

Postar um comentário