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sábado, 19 de dezembro de 2020

O PARLAMENTO CAMOCINENSE

 

Capa do livro "O Parlamento Camocinense". 2020. Camocim-CE.


Acaba de ser editado pela Editora Sertão Cult, com patrocínio da Câmara Municipal de Camocim o livro "O Parlamento Camocinense. Fatos históricos. 1879-2019", de nossa autoria. A referida obra é resultado de nosso trabalho junto ao Memorial do Legislativo Camocinense, que tem por objetivo a preservação e publicação da história do poder legislativo e do município.
Além de se referir aos primeiros documentos da Câmara Municipal e da transição política do Império para a República e sua repercussão em Camocim, o livro traz ainda uma seleção de fatos do cotidiano de nosso município que foram discutidos e registrados nas atas das sessões do legislativo camocinense, como projetos dos vereadores e dos prefeito(a)s, reivindicações da sociedade organizada, disputas políticas, cassações de prefeitos, dentre outros assuntos.
Finalizando, a obra traz também as atas de posses dos presidentes da Câmara Municipal e dos prefeitos de Camocim e uma relação dos títulos de cidadãos camocinenses ao longo do tempo.
A obra se configura mais como um registro das ações do legislativo camocinense, dando publicidade a seus atos, do que propriamente uma análise da história política do município. É um livro para o leitor ler e tirar suas próprias conclusões.
Agradecemos o apoio do atual presidente da Câmara Municipal de Camocim, vereador César Veras, pela publicação do livro, que brevemente será distribuído entre as escolas, bibliotecas e entidades camocinenenses, e disponibilizado eletronicamente no site da entidade.

Ficha Técnica:

Título: O Parlamento Camocinense. Fatos Históricos. 1879-2019.
Autor: Carlos Augusto Pereira dos Santos.
Ano: 2020.
Editora: Sertão Cult. 
Local: Sobral-CE.
Nº de páginas: 320.
Dimensões: 15cm x 22cm.
Tiragem: 300 exemplares.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

O DIA DO SAMBA É CRIAÇÃO DE UM CAMOCINENSE

ANÉSIO FROTA AGUIAR. Fonte: CEDIM.

Em tempo de pandemia, a data passou quase despercebida. Até o carnaval já foi adiado. Mas,  como expressão musical, o SAMBA também tem seu dia, 02 de dezembro. No entanto, poucos sabem que a efeméride está intimamente ligada a um camocinense. Pois é, trata-se de Anésio Frota Aguiar, já referido em outras postagens neste blog como político.
E como deputado estadual, ele foi autor da Lei nº 681, em 19 de novembro de 1962, "que redundaria, em 28 de julho de 1964, a Lei nº 554 que criou definitivo o "DIA DO SAMBA" e fixou em 02 de dezembro, coincidindo com a data em que foi encerrado o I CONGRESSO NACIONAL DO SAMBA". (p.17).
Segundo o autor da lei, no livreto de sua autoria intitulado "O Samba e sua História" (1991. Editora Cátedra, p. 18), nos diz:

"Deputado na época e acompanhando de perto o acontecimento, senti a imperiosa necessidade de fixá-lo na memória dos pósteros, impedindo que tão importante evento viesse a se desvanecer na poeira do tempo. Daí a minha iniciativa de criar O DIA DO SAMBA".
Para termos uma ideia da grandiosidade deste evento ocorrido no Rio de Janeiro, estavam presentes "figuras exponenciais do movimento artístico e musical da época, tais como Almitante, Ari Barroso, Pascoal Carlos Magno, maestro José Siqueira, Paulo Tapajós, Haroldo Costa, Sérgio Cabral, Donga, Araci de Almeida, e muitas outras personalidades de nossa cultura popular". (p.18).

A data de 02 de dezembro foi escolhida por marcar legalmente, naquela época, o começo dos ensaios das "referidas escolas, visando o carnaval do ano seguinte". (Almanaque do Samba).

O projeto aprovado na Assembleia do Estado da Guanabara foi vetado pelo governador Carlos Lacerda, mas se tornou lei com a derrubada do veto pelos deputados guanabarenses.

Fonte: baraulhodeagua.com



Com  o tempo a data foi se consolidando como Dia Nacional do Samba.

Fonte: AGUIAR, Frota. O Sambra e sua história. Rio de Janeiro, 1991. Editora Cátedra.

www.almanaquedosamba.com.br/perfil-de-a-z/destaques/item/999-a-origem-do-dia-nacional-do-samba

barulhodeagua.com