Vilamar Damasceno.Fonte: canguleiro10.blogspot.com/2015/05/vilamar-damasceno-coletania.html
Em 2019 publicamos uma matéria sobre a passagem do cantor e violinista Vilamar Damasceno por Camocim, partir de algumas histórias que nos foram contadas. Como toda história tem sempre várias versões, recebo agora do leitor do blog, o Sr. Passos, novas revelações e correções que, segundo ele, são verdadeiras, posto que, foi testemunha ocular do fato.
Como eu acredito nos meus leitores, transcrevo abaixo as informações enviadas na íntegra:
Ontem, por acaso li no Portal/blog "CAMOCIM POTE E HISTÓRIA", sobre a apresentação de VILAMAR DAMASCENO , na cidade de Camocim.
Acompanhei de perto sua permanência na cidade. O ano foi em 1971, e não 1980. Eu tinha 13 anos na época, e eu era uma espécie de técnico de som do Serviço de alto-falante, "A VOZ DE CAMOCIM" que tinha seus estúdios de frente à praça da estação e era administrado pelo senhor Gerardo Lima Brito - que trabalhava no almoxarifado das oficinas da REFFSA e que atualmente encontra-se em ruínas.
Durante à permanência do Vilamar em Camocim, ele fez amizade com o senhor Gerardo Brito. Inclusive, se apresentou no serviço de alto-falante tocando e cantando.
Vilamar, também, apaixonou-se por uma das "garçonetes" do hotel onde estava hospedado. Acredito, que esse foi o motivo da longa permanência dele na cidade.
Nossos agradecimentos ao Sr. Passos pelo texto enviado.
Agradeço ao Sr. Passos pela contribuição e pelo interesse em enriquecer a história com suas lembranças. É sempre importante considerar diferentes relatos, especialmente de quem afirma ter vivenciado os fatos.
ResponderExcluirNo entanto, gostaria de pontuar, de forma respeitosa, que sou filho de Vilamar Damasceno, levando inclusive o seu nome (Vilamar Damasceno Filho), e nasci justamente no ano de 1971. Por esse motivo, considero pouco provável que os acontecimentos tenham ocorrido exatamente na data mencionada.
Entendo que, com o passar do tempo, é natural que a memória possa apresentar pequenas imprecisões, o que é absolutamente compreensível. Da mesma forma, outras informações também podem ter sido interpretadas de maneira diferente ao longo dos anos.
De todo modo, fica aqui o respeito ao relato do Sr. Passos e o reconhecimento da importância de manter viva a história, sempre buscando, na medida do possível, a maior fidelidade aos fatos.
Atenciosamente,
Vilamar Damasceno Filho