Segundo a Introdução da edição de 2010, conta-se que por volta de 1569, Gabriel Soares de Sousa "quando decidiu desmbarcar no litoral baiano, fazia parte de uma frota de três naus, comandada por Francisco Barreto, que partiu de Lisboa em direção a Monomotapa, hoje me Moçambique, com a finalidade de explorar as cobiçadas minas africanas. Não são conhecidas as razões que fizeram com que Soares ali permanecesse em vez de seguir viagem para o Oriente (...) mas é fato que se casou na colônia e fixou moradia em uma região ao sul do Recôncavo Baiano, onde ergueu um engenho de açúcar no rio Juquiriçá". Feito essas considerações ao autor, no capítulo 7 de su obra, descreve nosso rio:
"(...) Das Barreiras Vermelhas à ponta dos Fumos são quatro léguas, a qual está em dois graus e um terço. Dessa ponta do rio da Cruz são sete léguas e está em dois fraus e meio em que também têm colheita os navios da costa. Afirma o gentio que nasce este rio de uma lagoa, ou junto dela, onde também se criam pérolas, e chama-se este rio da Cruz, porque se metem nele perto do mar dois riachos, em direito um do outro, com que fica a água em cruz". A descrição neste capítulo segue os acidentes geográficos qaté o Rio Jaguaribe.
Mapa: Wikipédia.
"(...) Das Barreiras Vermelhas à ponta dos Fumos são quatro léguas, a qual está em dois graus e um terço. Dessa ponta do rio da Cruz são sete léguas e está em dois fraus e meio em que também têm colheita os navios da costa. Afirma o gentio que nasce este rio de uma lagoa, ou junto dela, onde também se criam pérolas, e chama-se este rio da Cruz, porque se metem nele perto do mar dois riachos, em direito um do outro, com que fica a água em cruz". A descrição neste capítulo segue os acidentes geográficos qaté o Rio Jaguaribe.
Mapa: Wikipédia.
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